terça-feira, 26 de agosto de 2014

Crítica - Hércules

Chegando nos cinemas brasileiros em 4 de setembro, a segunda adaptação da história do semi-deus Hercules, promete encher os olhos de quem é apaixonado por efeitos especiais, o que não aconteceu em The Legend Of Hercules que estreou em fevereiro deste ano.
O longa que é dirigido por Brett Ratner e tem como protagonista Dwayne Johnson conta a história do Filho de Zeus, o semi-deus Hércules que sofre há 400 anos, por ter perdido toda a sua família. Após realizar os doze trabalhos, ele conhece seis homens sanguinários e impiedosos, e une-se ao grupo em busca de novas tarefas e de qualquer trabalho que puder encontrar, com a condição de ser remunerado. Esses homens assassinam diversas pessoas em seu caminho, e com isso acabam despertando fama na região, até que o rei da Trácia chama Hércules e convida-o a treinar o seu exército, na intenção de transformá-los em verdadeiros mercenários.  

Quem conhece a história original pode estranhar ao ver que a mitologia que prometia ser o ponto forte do filme (além dos efeitos especiais) foi deixada em segundo plano, mas, não totalmente esquecida.

Vale citar a boa atuação de Aksel Hennie que faz uma espécie de braço direito do personagem principal, o guerreiro Tydeus, que luta com dois machados. O ator surpreende em diversas partes do filme pela boa atuação.

NOTA

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